terça-feira, 8 de setembro de 2015

A culpa é das estrelas








                                                       A CULPA É DAS ESTRELAS
                                                                    Jhon Green

                                        

       A culpa é das estrelas conta a história de uma jovem, Hazel Grace, que é portadora de CA de tireoide com metástase pulmonar. Ela está preste a completar dezessete anos e desde os treze sofre com o CA, os médicos preocupados com sua fase deprimida, talvez por passar o tempo todo conectada a um cilindro de oxigênio. Eles sugerem que Hazel comece a fazer terapia em grupo, onde quem só é adulto é o Patrick, responsável pelos jovens. Lá ela conhece Issac, o único que segundo ela, é o salvador da equipe, por seu humor, apesar de Isaac ter um CA no olho e esta preste a passar para o outro.
     Um dia entediada em casa assistindo a America´s Next Top Model, sua mãe insiste que ela saia para se distrair um pouco, e a partir dali que sua vida muda, pois conhece  Augustus Waters um jovem portador de Osteosarcoma em remissão e melhor amigo de Issac. Logo, posteriormente ela vem a se apaixonar por ele. Ambos são bem diferentes, ele quer deixar sua marca no mundo, enquanto que ela acha que é um bomba relógio e quanto menos pessoas estiverem perto quando explodir, melhor e que o esquecimento uma hora chega para todos, pois foi isso que aprendeu com o autor do seu livro preferido,  “Uma Aflição Imperial”, Peter Van Houten, que conta a história de uma menina com um tipo raro de leucemia, Ana.
      Hazel, fica intrigada com o livro, pois o mesmo acaba no meio de uma frase deixando ela sem saber o que aconteceu com Ana, se ela morreu ou se ficou doente demais e não conseguiu terminar a historia. Diante disto, ela envia várias cartas ao autor sem resposta alguma. Ela fica angustiada por não saber o que aconteceu com a família de Ana e Peter, se mudou dos EUA para a Holanda e ha muito ninguem tem notícias dele ou de alguma de suas publicações.
      Quando Augustus fica sabendo do seu anseio, arruma um jeito de entrar em contato com a assistente de Van Houten e esta passa um email para que Hazel possa se comunicar com ele que sugere um encontro com eles. Ela , a mãe e Gus, viajam e nesta viagem eles se apaixonam mais um pelo outro. 
      Chegando lá, eles tiveram tratamento vip, achando que era o autor que patrocinava, mas na verdade, era a assistente dele, porque Van Houten se tratava de um bêbado, mal humorado que não queria mais saber da sua carreira ou fãs, maltratando-os e não contando o fim da historia para Hazel.
        Mesmo diante disso, aproveitaram o máximo o passeio e voltaram felizes e bastantes motivados, porem numa noite, o namorado de Hazel piorou o seu quadro de sáude a chamou para ditar o seu ensaio da despedida de sua morte, com um humor que chega a nos contagiar. Após oito dias, Gus vem a óbito. Ela em seu funeral, dita as despedidas dele e se sente surpreendida com a presença do autor, Van Houten, que veio tardiamente arrependido.
        Embora ela tenha sofrido bastante, teve a certeza de ter vivido o seu grande amor.





Á ESPERA DE UM MILAGRE MILAGRE

                                         
                                                  

 

                                   
                                                             A espera de um milagre
                                                                  Stephen King


   Neste livro, um agente penitenciário,  Paul Edge comb , conta para uma amiga a experiencia que teve quando era responsável pelo corredor da morte e a execução em cadeira elétrica, dos condenados.
Havia um caso peculiar com um dos detentos, um negro,  John Coffrey, acusado de assassinar duas meninas em 1935. Este condenado tinha o dom de fazer milagres.
A espera de um milagre, nos passa o sofrimento que os condenados vivem, esperando a sua execução, pois para estes, não existem chances de liberdade. Os agentes penitenciários responsáveis por esta ala, são bastante humanitários e tentam fazer com que os prisioneiros se sintam melhores e mais conscientes enquanto aguardam a sua hora.
    Paul Edgercomb, é o chefe dos agentes e mantêm a pose de durão diante de seus subordinados, entretanto começa a fraquejar e se sente impotente  quando descobre que Jhon Coffrey, aquele homenzarrão, é inocente e ele terá que executá-lo, ele tenta se aproximar mais do detento, mas este, permanece silencioso e muito misterioso, o que no inicio da leitura nos faz duvidar realmente de sua inocência, porque você fica imaginando se ele é um assassino cruel e fingido ou só uma vítima das circunstâncias.
    Diante dos milagres de Jhon Coffrey, os agentes, se culpavam  por ser obrigados a cumprir ordens e ter que executá-lo, sabiam que podiam ser castigados quando morressem, por mata-lo, uma pessoa que acreditaram ser um enviado de Deus para ajudar as pessoas.
    À espera de um milagre, nos mostra a falha da justiça, que em alguns casos podem condenar e levar a morte, um inocente, que paga com a sua própria vida por um delito que não cometeu.
    


                                                           

sábado, 10 de janeiro de 2015






                




                         A medida do amor 

                      é 
                                                              

          amar  sem medida



               

   

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015



                          

                                                QUERO



Quero viver tantos anos e muitos anos mais...
De preferência com muita saúde, paz e harmonia
Quero ver crescer os filhos de meus filhos
E os filhos de seus filhos
Quero ser ainda uma filósofa e teóloga
Quero escrever minha biografia,
Abrir uma casa beneficiente para idosos
E quem sabe plantar uma árvore!
Quero ser um ponto de referência aos que amam sem medidas
Exemplo para os que hão de chegar
Quero partir sem ter dia e hora para voltar
Poder viajar o mundo, conhecer novas culturas, novos horizontes
Fazer do meu aconchego um lugar bom para se ficar
Ter a paz de uma criança, o soninho de um bebê
Quero poder gritar ao mundo o meu bem querer
Mais o que eu quero mesmo,
É fazer acontecer
- Claudynha Nô
                                      


                                                SUICÍDIO NA GRANJA


                        Ao ler suicídio na granja, de Lygia Fagundes Telles, vem á tona o questionamento, sobre o que leva uma pessoa ao autoextermínio. 
                      Porque as pessoas com tendências suicidas costumam premeditar sua partida, na maioria dos casos?
                       Atualmente esta realidade está aumentando cada vez mais, pois os índices só vêem aumentando...
                       Dívidas, depressão, perda de um amor, etc..
                       Lamentável, para quem fica, que não consegue encontrar uma resposta, uma justificativa, um consolo.
                      A autora, ao abordar esse tema, mostra o quão é delicado, visto por uma criança que não entende a atitude de uma pessoa tão benquista, um cristão, atentar contra sua própria vida.
                      Porque ele em vez de tentar se destruir, não quis tocar piano, ir ao teatro?
                      Infelizmente, na vida real, não é tão simples assim... são jovens dando cabo na vida deles, deixando um rastro de angustia, dor e ficando desconsolados suas famílias e amigos.