terça-feira, 8 de setembro de 2015

                                                      



                                            
                                          Perguntas
O que fazer quando as dores parecerem não ter fim
As marcas do passado não cicatrizarem
E a sua música nunca mais tocar?
Para onde correr quando tudo perder o sentido
A mágoa cristalizar no seu ser
E a vida perder o brilho?
Por que lutar, se as forças ja te largaram
Se tuas pernas não te sustentam mais
Cansadas, ja fraquejaram?
Pra que discutir, se a batalha ja esta vencida
Se a ilusão ja não e sentida
E a razão não e mais amiga?
De onde buscar a paz
Se a calma ja é perdida
A tormenta se fez em sua vida
E a solidão é sua vizinha?
Pra que gritar, quando todos fingem não te ouvir
Pra que resolver o que resolvido ja estava
Pra que tanto perguntar,
Se nunca vai encontrar respostas pra nada?
- Claudynha Nô





                                                     ORGULHO E PRECONCEITO
                                                                       Jane Austen



Orgulho e preconceito, vem conceituar fielmente a sociedade  britânica do século XIX, onde esta era bastante rígida com o sexo feminino e onde as regras deviam ser seguidas a risca na sociedade, e nada era falado claramente, fato de uma burguesia infame. Quem burlasse a sua lei poderia cair em desgraça para sempre.
È um livro que pode levantar o astral de qualquer mulher, pois está diretamente ao baixo astral, autoestima, pois trás em si um personagem cativante
 e atraente, o Sr. Darcy, que arrebatou o coração da heroina Elizabeth









A culpa é das estrelas








                                                       A CULPA É DAS ESTRELAS
                                                                    Jhon Green

                                        

       A culpa é das estrelas conta a história de uma jovem, Hazel Grace, que é portadora de CA de tireoide com metástase pulmonar. Ela está preste a completar dezessete anos e desde os treze sofre com o CA, os médicos preocupados com sua fase deprimida, talvez por passar o tempo todo conectada a um cilindro de oxigênio. Eles sugerem que Hazel comece a fazer terapia em grupo, onde quem só é adulto é o Patrick, responsável pelos jovens. Lá ela conhece Issac, o único que segundo ela, é o salvador da equipe, por seu humor, apesar de Isaac ter um CA no olho e esta preste a passar para o outro.
     Um dia entediada em casa assistindo a America´s Next Top Model, sua mãe insiste que ela saia para se distrair um pouco, e a partir dali que sua vida muda, pois conhece  Augustus Waters um jovem portador de Osteosarcoma em remissão e melhor amigo de Issac. Logo, posteriormente ela vem a se apaixonar por ele. Ambos são bem diferentes, ele quer deixar sua marca no mundo, enquanto que ela acha que é um bomba relógio e quanto menos pessoas estiverem perto quando explodir, melhor e que o esquecimento uma hora chega para todos, pois foi isso que aprendeu com o autor do seu livro preferido,  “Uma Aflição Imperial”, Peter Van Houten, que conta a história de uma menina com um tipo raro de leucemia, Ana.
      Hazel, fica intrigada com o livro, pois o mesmo acaba no meio de uma frase deixando ela sem saber o que aconteceu com Ana, se ela morreu ou se ficou doente demais e não conseguiu terminar a historia. Diante disto, ela envia várias cartas ao autor sem resposta alguma. Ela fica angustiada por não saber o que aconteceu com a família de Ana e Peter, se mudou dos EUA para a Holanda e ha muito ninguem tem notícias dele ou de alguma de suas publicações.
      Quando Augustus fica sabendo do seu anseio, arruma um jeito de entrar em contato com a assistente de Van Houten e esta passa um email para que Hazel possa se comunicar com ele que sugere um encontro com eles. Ela , a mãe e Gus, viajam e nesta viagem eles se apaixonam mais um pelo outro. 
      Chegando lá, eles tiveram tratamento vip, achando que era o autor que patrocinava, mas na verdade, era a assistente dele, porque Van Houten se tratava de um bêbado, mal humorado que não queria mais saber da sua carreira ou fãs, maltratando-os e não contando o fim da historia para Hazel.
        Mesmo diante disso, aproveitaram o máximo o passeio e voltaram felizes e bastantes motivados, porem numa noite, o namorado de Hazel piorou o seu quadro de sáude a chamou para ditar o seu ensaio da despedida de sua morte, com um humor que chega a nos contagiar. Após oito dias, Gus vem a óbito. Ela em seu funeral, dita as despedidas dele e se sente surpreendida com a presença do autor, Van Houten, que veio tardiamente arrependido.
        Embora ela tenha sofrido bastante, teve a certeza de ter vivido o seu grande amor.





Á ESPERA DE UM MILAGRE MILAGRE

                                         
                                                  

 

                                   
                                                             A espera de um milagre
                                                                  Stephen King


   Neste livro, um agente penitenciário,  Paul Edge comb , conta para uma amiga a experiencia que teve quando era responsável pelo corredor da morte e a execução em cadeira elétrica, dos condenados.
Havia um caso peculiar com um dos detentos, um negro,  John Coffrey, acusado de assassinar duas meninas em 1935. Este condenado tinha o dom de fazer milagres.
A espera de um milagre, nos passa o sofrimento que os condenados vivem, esperando a sua execução, pois para estes, não existem chances de liberdade. Os agentes penitenciários responsáveis por esta ala, são bastante humanitários e tentam fazer com que os prisioneiros se sintam melhores e mais conscientes enquanto aguardam a sua hora.
    Paul Edgercomb, é o chefe dos agentes e mantêm a pose de durão diante de seus subordinados, entretanto começa a fraquejar e se sente impotente  quando descobre que Jhon Coffrey, aquele homenzarrão, é inocente e ele terá que executá-lo, ele tenta se aproximar mais do detento, mas este, permanece silencioso e muito misterioso, o que no inicio da leitura nos faz duvidar realmente de sua inocência, porque você fica imaginando se ele é um assassino cruel e fingido ou só uma vítima das circunstâncias.
    Diante dos milagres de Jhon Coffrey, os agentes, se culpavam  por ser obrigados a cumprir ordens e ter que executá-lo, sabiam que podiam ser castigados quando morressem, por mata-lo, uma pessoa que acreditaram ser um enviado de Deus para ajudar as pessoas.
    À espera de um milagre, nos mostra a falha da justiça, que em alguns casos podem condenar e levar a morte, um inocente, que paga com a sua própria vida por um delito que não cometeu.
    


                                                           

sábado, 10 de janeiro de 2015






                




                         A medida do amor 

                      é 
                                                              

          amar  sem medida