
Sigo sozinha
Sigo minha sina sozinha
Deixando meu solo arado
De feridas não cicatrizada
E a dor é meu calvário
Deixando meu solo arado
De feridas não cicatrizada
E a dor é meu calvário
Passo o pernoite em soluços
Chorando o infortúnio madrugada adentro
Procuro resposta pró mundo
Ninguém vê meu sofrimento
Chorando o infortúnio madrugada adentro
Procuro resposta pró mundo
Ninguém vê meu sofrimento
Peregrino por essa vida faceira
De falsidades, traições e egoísmo
Lamento ao ver tanta gente
Praticando o satanismo
De falsidades, traições e egoísmo
Lamento ao ver tanta gente
Praticando o satanismo
Sou aquela que vislumbra a luz
Que não páro de divagar
Que os sonhos virem realidades
E novamente volto a sonhar
Que não páro de divagar
Que os sonhos virem realidades
E novamente volto a sonhar
Sigo sozinha na vida
Marcada por golpes cruéis
Sentindo as chagas no peito
De pessoas a mim, infiéis
Marcada por golpes cruéis
Sentindo as chagas no peito
De pessoas a mim, infiéis
São melancolias gravadas na alma
De lembranças de anos findos
Arrogância de tolos seres
Que se julgam seres divinos
De lembranças de anos findos
Arrogância de tolos seres
Que se julgam seres divinos
Não quero seguir sozinha amargurada
De sentenças e padecer
Quero ter paz na caminhada
Que até agora, só me faz sofrer
- Claudynha Nô
De sentenças e padecer
Quero ter paz na caminhada
Que até agora, só me faz sofrer
- Claudynha Nô
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